Há cinco meses, ele começou uma nova empreitada: o Sarau dos Migrantes, que promove apresentações de artistas de vários países em espaços públicos e privados.
O grupo tem instrumentistas, cantores, pessoas que declamam poemas e dançarinos. O nome “migrantes”, sem o “i” no começo, não é à toa: há também brasileiros, e não só gente de fora do país, nas apresentações. “Queria misturar brasileiros e estrangeiros usando a linguagem da arte, que é universal”, diz. “Qual país do mundo não gosta de música e de poesia?”.
A próxima apresentação será na tarde deste sábado (30), na Biblioteca Mario de Andrade, aberta ao público e gratuita.
Dez pessoas se apresentarão desta vez. Entre elas, um sírio que toca o instrumento típico alaúde, um músico e uma dançarina congoleses e uma cantora venezuelana.
Sarau dos Migrantes – Biblioteca Mario de Andrade ( r. da Consolação, 94, República, São Paulo). Tel. (11) 3775-0002. Sáb. (30), das 16h às 17h30. Grátis.
]]>Dez chefs —imigrantes que vivem aqui e são de Uganda, Colômbia, México, Peru, Venezuela e Síria— venderão pratos típicos de seus países na Virada da Virada, evento das ONGs Graac e Turma do Bem que promoverá o voluntariado.
Eles estarão no mezanino do prédio, onde o acesso será aberto ao público e gratuito.
Haverá também apresentação de artistas imigrantes: a música haitiana de Charles Obas, o design africano do congolês Duchelier Mahonza, a dança colombiana de Maricela Cardona, o alaúde sírio de Rajana Olba, além de shows de música ou dança da Venezuela, Bolívia, Congo e África do Sul.
Para quem comprar ingresso para as palestras do evento, uma delas será com Maha Mamo, que chegou ao Brasil como apátrida e falará sobre como é viver por anos sem uma nacionalidade —hoje, ela tem a cidadania brasileira.
Restaurante do Mundo na Virada da Virada. Fundação Bienal (Av. Pedro Álvares Cabral, s/n). Sáb. (23) e dom. (24), das 9h às 22h. Grátis. www.viradadavirada.com.br
]]>Com aulas animadas por música ao vivo, o Na Dança! vai ocorrer em uma sala no Palacete Tereza Toledo Lara, um dos casarões históricos mais bonitos do centro de São Paulo (aquele onde também fica o espaço de shows Casa de Francisca).
É a terceira edição do evento, que neste ano terá a participação de artistas de Cuba, Guiné, Síria e África do Sul.
A criadora do festival é Betty Gervitz, professora e pesquisadora de danças étnicas há mais de 30 anos. Em 2017, ela trocou a dificuldade de bancar um evento internacional pela oportunidade de abrir espaço para artistas imigrantes que vivem em São Paulo, contou minha amiga Iara Biderman, jornalista especializada em dança, numa reportagem sobre o festival no ano passado.
A direção musical é de Gabriel Levy, da Magnífica Orquestra Paulistana de Músicas do Mundo —que tocará na festa de encerramento, no domingo.
Cada aula durará 60 minutos e será seguida por uma pequena apresentação. No sábado, o festival começa às 10h30 e se estende ao longo do dia, terminando com uma festa que vai das 19h às 20h30. No domingo, vai das 10h30 até as 14h15, quando começa a festa de encerramento. A programação completa está neste link.
É possível pagar pela aula avulsa (R$ 110), pelo dia todo (R$ 375 o sábado e R$ 205 o domingo) ou pelo festival completo (R$ 580). A entrada para as festas custa R$ 35.
Na Dança! – Sala Aqui Ali do Palacete Tereza Toledo Lara: r. Quintino Bocaiúva, 22, segundo andar, centro, São Paulo. Sáb (9) e dom. (10). www.nadanca.art.br. Inscrições pelo WhatsApp: (11) 99425-0486
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